Goiânia vive um ciclo consistente de expansão no mercado imobiliário e tem se consolidado como um dos principais destinos de investimento do país. Dados do empreendimento 15W22 reforçam esse momento. Do total de unidades comercializadas, 90,3% foram adquiridas por investidores, enquanto apenas 9,7% têm finalidade de moradia.

O levantamento também mostra que mais da metade dos compradores, 53,3%, residem fora da capital, além de 9,1% que vivem no exterior. Entre os investidores que vivem na capital, a maior concentração está no Setor Oeste (25%), seguido pelos bairros Setor Bueno (17,9%) e Setor Marista (14,3%), regiões consolidadas e com alto potencial de valorização imobiliária.

“Goiânia reúne hoje crescimento econômico consistente, valorização acima da média e alta liquidez, o que a torna uma estratégia sólida para formação de patrimônio”, afirma Samara Carrijo, gerente comercial da Ávolli Inc.

Capital está entre as maiores do mercado imobiliário

De acordo com dados da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO), Goiânia já ocupa a terceira posição entre os maiores mercados imobiliários do Brasil, atrás apenas de São Paulo e Rio de Janeiro. Em 2024, foram quase 11,8 mil apartamentos vendidos, movimentando R$ 7,7 bilhões, um crescimento de cerca de 35% em relação ao ano anterior.

O ritmo de crescimento continuou forte em 2025. Apenas no primeiro trimestre do ano, as vendas de imóveis em Goiânia cresceram 47% em comparação com o mesmo período de 2024, indicando que a demanda por imóveis segue aquecida.

Além do volume de vendas, a valorização dos imóveis também tem chamado a atenção. O preço médio dos imóveis comercializados em Goiânia passou de R$ 9.287 por metro quadrado em 2024 para R$ 10.261 no primeiro trimestre de 2025, crescimento significativo que reflete o aumento da demanda e a expansão do mercado local.

De acordo com Samara, os números mostram que Goiânia deixou de ser apenas um bom mercado regional e passou a ocupar protagonismo nacional no setor imobiliário. “O investidor percebe isso e antecipa movimento, buscando ativos antes que a valorização avance ainda mais”, destaca.